Arquivo de Sem categoria - Qista https://www.souqista.com.br/category/sem-categoria/ Mon, 10 Nov 2025 18:26:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://www.souqista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/favicon.svg Arquivo de Sem categoria - Qista https://www.souqista.com.br/category/sem-categoria/ 32 32 Black November: como aproveitar oportunidades sem cair em armadilhas financeiras https://www.souqista.com.br/black-november-como-aproveitar-oportunidades-sem-cair-em-armadilhas-financeiras/ https://www.souqista.com.br/black-november-como-aproveitar-oportunidades-sem-cair-em-armadilhas-financeiras/#respond Mon, 10 Nov 2025 18:26:09 +0000 https://www.souqista.com.br/?p=2324 A Black November chegou e, com ela, uma série de promoções e oportunidades que prometem facilitar a vida de quem quer economizar. Mas, junto com as boas ofertas, também surgem as tentações de comprar por impulso e o risco de comprometer o orçamento. Mais do que um mês de descontos, a Black November pode ser...

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A Black November chegou e, com ela, uma série de promoções e oportunidades que prometem facilitar a vida de quem quer economizar. Mas, junto com as boas ofertas, também surgem as tentações de comprar por impulso e o risco de comprometer o orçamento.

Mais do que um mês de descontos, a Black November pode ser uma oportunidade para reorganizar a vida financeira e fazer o dinheiro render de forma mais estratégica. Aproveitar as promoções de maneira consciente é o que diferencia uma boa escolha de uma armadilha financeira.

Neste período, a Qista e o Bom Pra Crédito se unem para reforçar que é possível aproveitar oportunidades sem perder o equilíbrio, combinando informação, planejamento e crédito responsável.

Black November: oportunidade ou armadilha?

A diferença entre aproveitar e se endividar está no planejamento. Compras por impulso podem trazer satisfação imediata, mas, a longo prazo, resultam em arrependimento e pressão financeira. Já quem se organiza, compara preços e avalia condições, transforma as promoções em oportunidades reais de economia.

Antes de comprar, é importante fazer uma pausa e refletir: “Eu realmente preciso disso agora?”, “Cabe no meu orçamento sem comprometer as próximas contas?” e “Essa é uma boa hora para gastar ou posso esperar?”.

A Black November pode ser um momento estratégico para antecipar compras planejadas, renegociar dívidas com melhores taxas ou até buscar crédito mais vantajoso — desde que feito com responsabilidade.

Como aproveitar as ofertas de forma consciente

As promoções só valem a pena quando estão alinhadas ao orçamento. Para aproveitar o período com segurança, é essencial adotar algumas práticas simples:

Monte uma lista de prioridades.
Anote o que é realmente necessário e evite o impulso de comprar apenas por estar em promoção.

Defina um limite de gastos.
Estabeleça um valor máximo que não comprometa suas despesas fixas nem sua reserva de emergência.

Compare preços e condições.
Pesquise em diferentes lojas e verifique se o desconto é real. Muitas vezes, o preço anterior é reajustado antes da oferta.

Use o crédito de forma estratégica.
Se precisar recorrer a um empréstimo, priorize opções com taxas menores e prazos adequados.
O Bom Pra Crédito permite comparar várias ofertas de instituições financeiras de forma simples e segura, garantindo liberdade de escolha e transparência.

Evite parcelar sem necessidade.
As parcelas pequenas acumuladas podem comprometer o orçamento dos meses seguintes e prejudicar o planejamento futuro.

Planejar também é se permitir

Organizar as finanças não significa abrir mão do prazer. Pelo contrário, o planejamento permite aproveitar com tranquilidade. Ter clareza sobre o que é prioridade e sobre quanto se pode gastar é o que garante liberdade real.

A Black November também é uma boa oportunidade para revisar hábitos e ajustar o orçamento para o próximo ano. Avaliar gastos recorrentes, cancelar serviços desnecessários e renegociar contratos podem liberar espaço financeiro para novos objetivos.

Com pequenas mudanças, é possível começar o novo ciclo de forma mais equilibrada e consciente.

Crédito consciente como aliado

O crédito pode ser um recurso importante quando usado de forma responsável. Ele ajuda a reorganizar dívidas, viabilizar projetos e aliviar o peso das finanças mensais.

Durante a Black November, o Bom Pra Crédito, parceiro da Qista, oferece condições especiais para quem busca crédito com segurança e transparência. A plataforma permite comparar taxas e escolher a opção que melhor se encaixa nas suas necessidades, promovendo autonomia e responsabilidade financeira.

A parceria entre Qista e Bom Pra Crédito reforça o compromisso de ambas as marcas em promover o acesso ao crédito de forma simples, humana e consciente.

Escolher com consciência é o verdadeiro desconto

O consumo consciente é, acima de tudo, uma questão de equilíbrio. É possível aproveitar o momento, desde que as escolhas sejam pautadas no planejamento e na clareza sobre o impacto que cada decisão tem no orçamento.

Com informação, organização e apoio das instituições certas, a Black November pode deixar de ser uma ameaça às finanças e se transformar em uma oportunidade de crescimento pessoal e econômico.

Planejar, comparar e decidir com consciência é o verdadeiro desconto.
E a Qista, junto com o Bom Pra Crédito, está ao lado de quem quer fazer das oportunidades um caminho para conquistar mais com segurança, propósito e tranquilidade.

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Ansiedade e dinheiro: como cuidar da mente e das finanças ao mesmo tempo https://www.souqista.com.br/ansiedade-e-dinheiro-como-cuidar-da-mente-e-das-financas-ao-mesmo-tempo/ https://www.souqista.com.br/ansiedade-e-dinheiro-como-cuidar-da-mente-e-das-financas-ao-mesmo-tempo/#respond Mon, 27 Oct 2025 14:44:04 +0000 https://www.souqista.com.br/?p=2319 Sentir ansiedade por causa do dinheiro é uma realidade cada vez mais comum. Um estudo realizado pela RepTrak e a Dynata, divulgado pela B3/Bora Investir, revelou que 39% dos brasileiros estão altamente ansiosos, o índice mais alto entre os dez países pesquisados, empatado com os Estados Unidos. Segundo o levantamento, custo de vida e inflação...

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Sentir ansiedade por causa do dinheiro é uma realidade cada vez mais comum. Um estudo realizado pela RepTrak e a Dynata, divulgado pela B3/Bora Investir, revelou que 39% dos brasileiros estão altamente ansiosos, o índice mais alto entre os dez países pesquisados, empatado com os Estados Unidos. Segundo o levantamento, custo de vida e inflação foram citados por 72% das pessoas, enquanto 68% afirmaram que as incertezas sobre o futuro são motivo de preocupação constante.

Esses números mostram o quanto o cenário econômico instável afeta a saúde emocional da população. Afinal, quando as contas aumentam, o salário não acompanha e o futuro parece incerto, é natural que surja um sentimento de insegurança. No entanto, embora fatores como inflação e custo de vida sejam macroeconômicos e estejam fora do controle individual, a organização financeira pessoal pode ser um caminho para reduzir a ansiedade e trazer mais leveza ao dia a dia.

Entendendo a ansiedade financeira

A professora Paula Sauer, da FIA Business School, explica que a ansiedade financeira é um fenômeno global, ligado à sensação de perda de controle. Segundo ela, a dificuldade está no fato de que o mundo não para e as decisões precisam ser tomadas rapidamente, e, em segundos, um cenário econômico pode mudar. Essa constante pressão por respostas imediatas aumenta o desgaste mental e emocional.

Além disso, Robson Gonçalves, professor de Economia Comportamental da FGV, aponta que muitas pessoas acabam atribuindo sua ansiedade unicamente ao dinheiro, quando, na verdade, o estado de preocupação é crônico. O excesso de estímulos tecnológicos, redes sociais e notícias negativas agrava o quadro. Assim, a conta bancária se torna apenas um espelho da ansiedade que já existe.

De qualquer forma, o resultado é o mesmo: preocupação constante com o futuro financeiro, medo de não conseguir pagar as contas e dificuldade para planejar o amanhã. Por isso, o cuidado com a mente e com o dinheiro precisa caminhar lado a lado.

Como reduzir a ansiedade e cuidar das finanças

Embora muitos fatores estejam fora do alcance individual, é possível criar hábitos que ajudam a retomar o controle da vida financeira  e, consequentemente, emocional.  O primeiro passo é fazer uma relação honesta das suas finanças, ou seja, colocar no papel tudo o que entra e tudo o que sai do orçamento. Essa clareza ajuda a entender o custo real do estilo de vida e se ele cabe dentro da renda atual.

Com essa visão completa, torna-se mais fácil definir um plano. Montar um orçamento realista, separar despesas essenciais das supérfluas e rever hábitos de consumo são atitudes que trazem equilíbrio. Pequenas mudanças, como eliminar gastos que já não fazem sentido como assinaturas esquecidas, serviços pouco usados ou compras por impulso, podem gerar alívio imediato.

Outro ponto importante é construir uma reserva de emergência, capaz de cobrir de três a seis meses de despesas básicas. Esse colchão financeiro funciona como um amortecedor emocional: quando imprevistos acontecem, você tem um respiro para agir com calma, sem desespero.

E, se houver dívidas, o ideal é analisá-las com sinceridade, entender a origem do desequilíbrio e priorizar a quitação das dívidas mais caras, como cartão de crédito e cheque especial. Negociar prazos e taxas reduz o peso mensal e ajuda a reorganizar o fluxo do orçamento.

Comportamento e autoconhecimento financeiro

Outro aspecto essencial é observar o próprio comportamento. A pesquisa mostra que, entre os brasileiros que se declaram altamente ansiosos, 77% planejam economizar mais, 75% pretendem evitar compras grandes e 46% afirmam que vão priorizar produtos nacionais. Isso indica uma tendência de busca por controle e simplicidade — um reflexo da tentativa de aliviar a pressão.

No entanto, o caminho mais sustentável é equilibrar razão e emoção. A ansiedade financeira não desaparece de um dia para o outro, mas pode ser controlada com autoconhecimento e constância. Ao revisar hábitos e compreender seus próprios gatilhos de consumo, você começa a tomar decisões mais conscientes.

Qista: cuidando de você e do seu bem-estar financeiro

Cuidar da saúde mental envolve, também, cuidar das finanças. A Qista entende que a ansiedade gerada pelas contas e pela instabilidade econômica é uma realidade de muitos brasileiros, especialmente de quem está tentando reorganizar a vida financeira. Por isso, oferece soluções acessíveis e humanas, pensadas para apoiar quem deseja viver com mais tranquilidade.

Com produtos como o empréstimo pessoal, a antecipação do FGTS e investimentos seguros em CDB, a Qista ajuda seus clientes a transformar preocupação em planejamento e incerteza em realização. Mais do que números, trata-se de qualidade de vida, equilíbrio e propósito.

O equilíbrio começa na clareza

A ansiedade financeira não precisa dominar a sua rotina. Embora a economia do país traga desafios, é possível reduzir a pressão com organização, informação e metas realistas. Fazer uma pausa, colocar o celular de lado e dedicar um tempo para cuidar das contas é, também, um ato de autocuidado.

Lembre-se: equilíbrio é liberdade. Quando você entende suas finanças, aprende a lidar melhor com os imprevistos e passa a viver com mais leveza. Com a Qista, você transforma preocupação em planejamento, e planejamento em tranquilidade. Cuidar das finanças é, também, cuidar de você.

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Planejamento financeiro e saúde mental: como aliviar a pressão das contas https://www.souqista.com.br/planejamento-financeiro-e-saude-mental/ https://www.souqista.com.br/planejamento-financeiro-e-saude-mental/#respond Fri, 10 Oct 2025 20:23:40 +0000 https://www.souqista.com.br/?p=2299 Outubro é um mês marcado por duas campanhas que nos convidam à reflexão sobre o autocuidado: o Outubro Rosa, voltado à prevenção e à saúde da mulher, e o Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro. Embora sejam temas diferentes, ambos nos lembram de algo essencial: cuidar de si é um ato...

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Outubro é um mês marcado por duas campanhas que nos convidam à reflexão sobre o autocuidado: o Outubro Rosa, voltado à prevenção e à saúde da mulher, e o Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro. Embora sejam temas diferentes, ambos nos lembram de algo essencial: cuidar de si é um ato completo, que envolve corpo, mente e, também, planejamento financeiro e saúde mental finanças. Afinal, a forma como lidamos com o dinheiro influencia diretamente nosso equilíbrio emocional.

Por isso, é importante compreender que a saúde financeira e a saúde emocional caminham juntas. Dívidas, imprevistos e a falta de controle do orçamento podem causar ansiedade, estresse e sensação de impotência. Quando as contas acumulam, o sono fica leve, o humor muda e até os relacionamentos sofrem. No entanto, nem sempre o problema está na falta de dinheiro, muitas vezes, é a falta de planejamento que gera o desequilíbrio. E é justamente aí que começa a mudança.

 

O peso das dívidas na mente e no dia a dia

As dívidas têm um impacto profundo no bem-estar. Elas geram preocupações constantes e podem desencadear sintomas de ansiedade e tensão. Além disso, a culpa por decisões passadas e o medo de não conseguir resolver a situação criam um ciclo difícil de quebrar. Assim, o endividamento afeta não apenas o bolso, mas também a autoestima e a motivação.

Contudo, reconhecer o problema é o primeiro passo para o alívio. Organizar as finanças é também uma forma de cuidar da mente, pois ajuda a recuperar o controle. Quando você coloca os números no papel, enxerga prioridades e define metas, a sensação de sufoco começa a dar lugar à confiança. A clareza financeira reduz o medo do futuro e permite que você tome decisões mais conscientes.

 

Planejar é libertar

Muitas pessoas associam o planejamento financeiro a sacrifícios, mas ele é, na verdade, um instrumento de liberdade. Com ele, é possível equilibrar despesas e prazer, evitando exageros e arrependimentos. E o melhor: não é preciso começar com muito.

Para iniciar, observe seus gastos fixos e variáveis, priorize o que é essencial e trace metas alcançáveis. Além disso, crie pequenas recompensas (como reservar um valor simbólico para lazer), porque o equilíbrio também faz parte do bem-estar. Desse modo, você transforma o dinheiro em ferramenta de segurança, e não de pressão.

Com o tempo, esse hábito traz benefícios não apenas financeiros, mas também emocionais. Isso porque quando você percebe que está no controle da própria vida, sente menos ansiedade e mais confiança para planejar o futuro.

 

O poder de pedir ajuda

Cuidar da saúde mental também significa reconhecer quando é hora de buscar apoio. Da mesma forma, com as finanças, é importante saber quando pedir orientação. Muitas vezes, renegociar dívidas, procurar crédito com juros mais baixos ou conversar com uma instituição de confiança é o que falta para sair do aperto.

A Qista entende essa jornada. Nosso propósito é oferecer soluções financeiras acessíveis e humanas, com produtos que ajudam a reorganizar o orçamento e devolver a tranquilidade para o dia a dia. Com apoio especializado, planejamento e informação, é possível aliviar a pressão das contas e recomeçar com leveza.

Afinal, cuidar das finanças também é cuidar da mente. Não há equilíbrio emocional possível se as preocupações financeiras tomam conta dos pensamentos. Por isso, buscar conhecimento, conversar com pessoas de confiança e dar pequenos passos na direção certa já é um grande avanço.

 

Cuidar de si é cuidar do todo

Assim como a saúde física exige atenção e prevenção, o equilíbrio mental também depende de hábitos saudáveis e isso inclui o cuidado com o dinheiro. Reservar um momento do mês para revisar as contas, identificar prioridades e ajustar o orçamento é uma atitude de autocuidado que pode transformar a forma como você enxerga o seu futuro.

Portanto, ao longo deste Outubro Rosa e neste Dia da Saúde Mental, lembre-se: equilíbrio é sinônimo de cuidado. Planejar as finanças com planejamento financeiro e saúde mental não é apenas uma questão de números, mas uma maneira de proteger sua mente e o seu bem-estar.

Quando o planejamento financeiro se torna parte da rotina, a vida fica mais leve, as decisões se tornam mais conscientes e a tranquilidade se torna possível. Com informação, disciplina e o apoio da Qista, é possível transformar o peso das contas em leveza e recomeçar com tranquilidade.

 

Leia também: FGTS Família e planejamento familiar

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FGTS Família: transforme o saldo do seu FGTS em oportunidade para realizar sonhos https://www.souqista.com.br/fgts-familia-transforme-o-saldo-do-seu-fgts-em-oportunidade-para-realizar-sonhos/ https://www.souqista.com.br/fgts-familia-transforme-o-saldo-do-seu-fgts-em-oportunidade-para-realizar-sonhos/#respond Wed, 01 Oct 2025 15:30:26 +0000 https://www.souqista.com.br/?p=2281 Muitas pessoas conhecem o FGTS apenas como aquele dinheiro que fica guardado para ser usado em situações específicas, como demissão sem justa causa ou financiamento da casa própria.  No entanto, o que nem todo mundo sabe é que esse recurso pode ir muito além disso. Hoje, o FGTS família podendo ser utilizado para ajudar famílias...

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Muitas pessoas conhecem o FGTS apenas como aquele dinheiro que fica guardado para ser usado em situações específicas, como demissão sem justa causa ou financiamento da casa própria.  No entanto, o que nem todo mundo sabe é que esse recurso pode ir muito além disso. Hoje, o FGTS família podendo ser utilizado para ajudar famílias a realizarem o sonho de ter filhos.

Com a modalidade FGTS Família, é possível antecipar o saque-aniversário e direcionar o valor para procedimentos de reprodução assistida. Mais do que um benefício financeiro, essa solução representa um passo importante para transformar esperança em realidade.

O que é o FGTS Família?

O FGTS Família é uma forma de utilizar o saldo do FGTS de maneira compartilhada entre familiares e até amigos. Dessa forma, essa união de recursos permite alcançar valores mais significativos e, assim, financiar procedimentos de saúde que muitas vezes têm custos altos e dificultam o acesso.

Além disso, a possibilidade de somar saldos de pessoas próximas fortalece os laços de solidariedade e torna o processo mais viável.

Na prática, funciona assim: cada participante autoriza a utilização do saldo disponível em sua conta do FGTS. Esses valores são somados e podem ser antecipados para cobrir despesas específicas — no caso da parceria com a clínica NeoVita, para tratamentos de reprodução assistida.

Por que essa solução é tão importante?

A decisão de ter filhos pode envolver desafios. Questões de saúde, idade, planejamento familiar ou até condições externas fazem com que algumas pessoas precisem de tratamentos especializados. Esses procedimentos, no entanto, têm custos que muitas vezes ultrapassam a renda da família.

O FGTS Família surge como uma alternativa acessível e inteligente, porque:

  • Aproveita um dinheiro que já é seu: em vez de deixar o recurso parado, você pode direcioná-lo para um objetivo de vida.
  • Facilita o acesso a tratamentos: muitas vezes, o valor necessário é alto. Nesse sentido, a possibilidade de somar saldos de parentes e amigos amplia as chances de viabilizar o sonho.
  • Traz mais liberdade e planejamento: usar o FGTS nesse formato evita recorrer a dívidas de alto custo, como cartão de crédito ou cheque especial.

Parceria Qista + NeoVita: cuidado e acolhimento

Para tornar essa solução ainda mais próxima da realidade das famílias, a Qista estabeleceu parceria com a NeoVita, clínica especializada em reprodução assistida. O grande diferencial da NeoVita é o atendimento humanizado, acolhedor e personalizado. Assim, a missão é clara: conceber novas vidas e construir famílias, sempre com segurança e responsabilidade.

Entre os tratamentos oferecidos estão:

  • Fertilização in Vitro (FIV) → indicada para casais com obstáculos específicos à gravidez natural.
  • Preservação da Fertilidade → congelamento de óvulos, sêmen ou embriões, garantindo a chance de ter filhos no futuro.
  • Ovodoação → opção para quem enfrenta baixa quantidade ou qualidade de óvulos.
  • Barriga Solidária → indicada para homens solteiros, casais homoafetivos masculinos ou mulheres que não podem engravidar.
  • Coito Programado → tratamento de baixa complexidade, com acompanhamento do período fértil.
  • Inseminação Artificial → técnica simples e próxima do processo natural, em que os espermatozoides são introduzidos no útero.

Com isso, o FGTS deixa de ser apenas um fundo guardado para emergências e passa a ser um instrumento de realização de sonhos.

Como funciona o processo?

O uso do FGTS Família acontece em etapas simples:

  1. Consulta inicial → o interessado procura a Qista para entender as condições de antecipação do saque-aniversário do FGTS.
  2. Adesão familiar → familiares e amigos podem autorizar o uso de seus saldos para somar ao montante final.
  3. Destino definido → o valor antecipado é direcionado para a NeoVita, que realizará o procedimento de reprodução assistida escolhido.
  4. Acompanhamento → todo o processo é feito com transparência e apoio, garantindo segurança e tranquilidade para a família.

Ou seja, cada etapa foi pensada para dar clareza e segurança às famílias que desejam iniciar esse processo.

Vantagens de usar o FGTS nesse formato

  • Acessibilidade: viabiliza tratamentos que, de outra forma, seriam financeiramente inviáveis.
  • Segurança: o processo é formal, com instituições reconhecidas e acompanhamento claro.
  • Planejamento: o uso do FGTS evita dívidas caras e dá previsibilidade ao orçamento.
  • Apoio coletivo: o envolvimento de familiares e amigos reforça a ideia de união e solidariedade na construção de novas histórias.

Educação financeira e novas possibilidades

A falta de planejamento financeiro é uma das maiores causas de endividamento no Brasil. Quando falamos em saúde e família, o peso dessa realidade é ainda maior. Por isso, soluções como o FGTS Família mostram que educação financeira também é sobre saber usar bem os recursos disponíveis.

Em vez de recorrer a empréstimos com juros altos, é possível transformar o saldo do FGTS em um investimento na vida e no futuro. Essa é, portanto, a essência da proposta: usar o que já é direito do trabalhador para gerar conquistas reais.

Realizando sonhos de forma consciente

Construir uma família é um dos maiores desejos de muitas pessoas. Agora, esse sonho pode estar mais perto com o apoio da Qista e da NeoVita. Mais do que oferecer crédito, essa parceria promove acolhimento, confiança e possibilidades.

O FGTS Família não é apenas uma solução financeira. Ao contrário, é também um símbolo de união, esperança e planejamento. Cada recurso somado se transforma em chance de vida, em oportunidade de amor e em cuidado com o futuro.

 Leia também:  Envelhecimento saudável e educação financeira: como cuidar da saúde e do bolso ao longo da vida

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Envelhecimento saudável e educação financeira: como cuidar da saúde e do bolso ao longo da vida https://www.souqista.com.br/envelhecimento-saudavel-e-educacao-financeira/ https://www.souqista.com.br/envelhecimento-saudavel-e-educacao-financeira/#respond Mon, 15 Sep 2025 18:53:52 +0000 https://www.souqista.com.br/?p=2266 Envelhecer bem não é só sobre saúde do corpo. É também sobre ter tranquilidade para viver, manter vínculos, cuidar das emoções — e claro, estar em paz com o bolso. O Brasil está vivendo um processo acelerado de envelhecimento da população. Em 2022, já eram mais de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou...

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Envelhecer bem não é só sobre saúde do corpo. É também sobre ter tranquilidade para viver, manter vínculos, cuidar das emoções — e claro, estar em paz com o bolso. O Brasil está vivendo um processo acelerado de envelhecimento da população. Em 2022, já eram mais de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, número que deve chegar a 30% da população até 2050. Esse cenário traz novos desafios: repensar a aposentadoria, planejar a vida financeira e garantir que a longevidade venha acompanhada de bem-estar.

Segundo o Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas do Serasa, 19% dos endividados do país têm mais de 60 anos. Isso significa que quase um em cada cinco idosos enfrenta restrições no nome, consequência de aposentadorias insuficientes, aumento nos gastos com saúde e até dívidas feitas para ajudar familiares. Além disso, muitos são alvo de golpes financeiros e produtos inadequados. A realidade exige atenção: apenas dois em cada dez brasileiros se preparam para a aposentadoria, e a falta de educação financeira agrava o problema.

Saúde e dinheiro caminham juntos

A geriatra Sumika Mori lembra que o envelhecimento saudável envolve autocuidado e equilíbrio. Cultivar vínculos afetivos, manter-se ativo mentalmente, cuidar do sono e da alimentação não é luxo — é prevenção. Mas ela também ressalta que a insegurança financeira pesa diretamente na saúde mental e física. Estresse constante, ansiedade, insônia e até dificuldade de acesso a medicamentos são consequências reais da falta de planejamento.

A educação financeira , portanto, é também uma forma de autocuidado. Planejar a vida financeira desde cedo ajuda a reduzir preocupações na velhice e garante escolhas melhores para a saúde. Afinal, o medo de não conseguir pagar por um tratamento ou de depender de terceiros pode levar ao isolamento e à perda de autonomia.

Como se organizar financeiramente após os 60

De acordo com a educadora financeira Luciana Bassanesi, o valor médio pago pelo INSS é de R$ 1.863 mensais, insuficiente para cobrir todas as despesas. Ao mesmo tempo, os gastos com saúde aumentam cerca de 8% ao ano. Ou seja: o dinheiro não acompanha o aumento das despesas.

Mas e para quem já chegou aos 60 anos? O planejamento exige cuidados específicos. O primeiro passo é mapear todas as receitas: aposentadoria, pensão, renda de investimentos e eventuais ajudas da família. Depois, listar as despesas fixas (moradia, contas básicas, saúde, transporte), variáveis (alimentação, lazer, pequenas compras) e sazonais (impostos anuais, manutenções). Ter clareza dos números ajuda a identificar onde é possível ajustar.

Outro ponto de atenção é o padrão de vida. Muitas vezes, após a aposentadoria devido ao envelhecimento, a renda diminui. É importante reavaliar hábitos e encontrar um equilíbrio que mantenha qualidade de vida sem comprometer o orçamento.

Dicas práticas para o envelhecimento com saúde financeira

As matérias destacam ações simples que podem fazer diferença no dia a dia:

  • Organize receitas e despesas: use papel, planilhas ou aplicativos para registrar entradas e saídas.
  • Revise gastos com saúde: reserve espaço no orçamento para medicamentos e tratamentos preventivos.
  • Cuidado com empréstimos em nome próprio para familiares: o apoio deve ser consciente, para que o idoso não assuma dívidas além da sua capacidade.
  • Atenção aos golpes: nunca forneça dados pessoais sem verificar a instituição. Prefira atendimento presencial ou canais oficiais.
  • Considere renda extra: alternativas simples, como pequenos trabalhos ou empreendedorismo, podem complementar a aposentadoria.
  • Olhe para os direitos: idosos acima de 65 anos têm isenção de até R$ 1.903,98 por mês no Imposto de Renda, além de prioridade em processos administrativos e judiciais.
  • Invista com segurança: opções como o Tesouro Direto oferecem liquidez para emergências, mas sempre respeitando o perfil conservador dessa fase da vida.

A economia prateada e as novas oportunidades

Um estudo da Data8 mostrou que a chamada economia prateada — que reúne atividades, produtos e serviços para pessoas acima dos 50 anos — já movimenta R$ 1,8 trilhão por ano no Brasil e deve dobrar nas próximas duas décadas. Até 2044, poderá representar 35% do consumo total do país.

Esse público também está cada vez mais presente no consumo digital, movimentando cerca de R$ 15 bilhões por ano em compras online. Mais do que acumular bens, a preferência passa a ser investir em experiências e qualidade de vida.

Isso mostra que, mesmo diante dos desafios, há um grande potencial de transformação. A previdência privada, por exemplo, cresceu 15,3% em 2024, sinal de que muitos brasileiros estão começando a se preparar melhor para o futuro.

Educação financeira: nunca é tarde para começar

O Instituto Marina e Flávio Guimarães (IMFG) criou a revista “Bemi 60+”, com personagens que explicam finanças de forma lúdica para idosos. Cooperativas de crédito como Sicoob e Sicredi também oferecem palestras, clínicas financeiras e materiais gratuitos para apoiar quem deseja organizar as contas. Essas iniciativas reforçam que aprender sobre dinheiro não tem idade limite.

Para a educadora financeira Cristiane Amaral, o essencial é redobrar a atenção com dívidas já assumidas e sempre verificar se há capacidade real de pagamento. O ideal é adotar uma rotina de revisão periódica das finanças e buscar apoio em materiais e programas de orientação.

Envelhecer bem é planejar hoje

O envelhecimento saudável não depende apenas da genética ou do acesso à saúde. Ele é resultado de escolhas feitas ao longo da vida — e o cuidado com o dinheiro faz parte disso. Planejar a aposentadoria, adotar hábitos de consumo consciente, evitar dívidas desnecessárias e buscar conhecimento financeiro são formas de garantir mais tranquilidade, autonomia e qualidade de vida.

Como reforça a especialista Luciana Bassanesi, o desafio é grande: apenas 3% dos aposentados vivem exclusivamente da previdência privada. Mas a boa notícia é que mudanças são possíveis, com conscientização e disciplina.

Envelhecer bem é também estar em paz com o bolso. Educação financeira é cuidado, é saúde e é liberdade para viver mais leve.

Leia também: Envelhecimento saudável e educação financeira: como cuidar da saúde e do bolso ao longo da vida

 

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Economizar com leveza: como organizar as finanças sem abrir mão do lazer https://www.souqista.com.br/economizar-com-leveza-como-organizar-as-financas-sem-abrir-mao-do-lazer/ https://www.souqista.com.br/economizar-com-leveza-como-organizar-as-financas-sem-abrir-mao-do-lazer/#respond Fri, 22 Aug 2025 17:21:36 +0000 https://www.souqista.com.br/?p=2257 Você pensa que, para economizar, precisa abrir mão das coisas que trazem alegria? Neste texto vamos falar sobre como é possível organizar as suas finanças para atingir objetivos e economizar sem que seja necessário passar por privações. Educação financeira é sobre equilíbrio, por isso, é importante saber que dá para economizar sem perder o sabor...

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Você pensa que, para economizar, precisa abrir mão das coisas que trazem alegria? Neste texto vamos falar sobre como é possível organizar as suas finanças para atingir objetivos e economizar sem que seja necessário passar por privações.

Educação financeira é sobre equilíbrio, por isso, é importante saber que dá para economizar sem perder o sabor da vida.

Na verdade, é até mais fácil conseguir controlar seu orçamento ao acolher seus desejos e entender os caminhos reais, sem sacrifícios extremistas. Com planejamento, informação e flexibilidade, o equilíbrio existe e pode ser prático.

Economizar não precisa ser sinônimo de privação

No dia a dia corrido, a ideia de economizar muitas vezes parece dura e até injusta. Mas, na verdade, a palavra-chave aqui é equilíbrio: custos controlados, com espaço para o que traz conforto, afeto e leveza. Sempre de olho em oportunidades que aliem realização pessoal a um custo-benefício que valha a pena.

A primeira atitude para economizar com consciência é observar com atenção o que entra e sai de dinheiro:

  • Gastos fixos (aluguel, escola, contas básicas) são previsíveis, difíceis de reduzir, mas é possível renegociar condições.
  • Gastos variáveis (supermercado, lazer, energia, transporte) são terreno fértil para ajustes inteligentes.

Essas categorias ajudam a entender onde economizar hoje sem comprometer amanhã.

Por exemplo, reduzindo o consumo de energia e diversas comprinhas pequenas, como doces, mas mantendo o que traz bem-estar, como um jantar com quem amamos.

Ao saber para onde estão indo os seus rendimentos, é possível determinar um valor (que pode ser fixo ou variável de acordo com a situação das entradas do mês) para aproveitar seus momentos de lazer ou comprinhas para se mimar.

As dívidas ainda são uma realidade que incomoda

Segundo dados do Serasa, em junho de 2025, cerca de 77,8 milhões de brasileiros estavam endividados. Esse montante evidencia o quanto é essencial encontrar formas de economizar no dia a dia sem sufocar o orçamento familiar.

Estar atento aos gastos com cartões, renegociar dívidas, solicitar crédito para fazer uma redução de juros e “trocar a dívida” são ações que ajudam a reorganizar as finanças permitindo que o montante destinado ao lazer seja um pouco maior.

Ferramentas para economizar com leveza

  • Listas de compras ajudam a evitar desperdício e impulsividade.
  • Orçamento mensal, seja no papel, com aplicativo ou planilha, ter um controle torna real o hábito de economizar.
  • Renegociar assinaturas e pacotes permite ajustar serviços como internet, streaming ou academia com flexibilidade.

Integrar esses passos transforma o ato de economizar em rotina leve, sem apelos radicais ou sacrifícios imensos.

Aqui vão mais 7 sugestões práticas para você economizar com leveza no dia a dia:

  1. Estabeleça metas com significado — seja uma reserva de emergência, uma viagem ou um curso desejado. Ter propósito torna o ato de economizar mais motivador.
  2. Defina um “orçamento de prazer” — reserve uma pequena parte do orçamento para um mimo mensal, como uma ida ao cinema, degustação ou assinatura cultural.
  3. Automatize poupanças pequenas — mesmo R$ 50 por mês trazem resultados concretos ao longo do tempo.
  4. Corte o que não aporta valor — reveja serviços que não são essenciais, mas evite eliminá-los por impulso. Faça escolhas conscientes.
  5. Explore programas gratuitos ou mais baratos de lazer — parques, museus com entrada franca, eventos locais ou séries em promoção.
  6. Renegocie dívidas— há acordos acessíveis, com valores médios que podem aliviar o bolso.

Educação financeira e equilíbrio são o caminho

Ao entender juros, custos e oportunidades, você fortalece as suas escolhas e cada centavo poupado passa a ter destino digno de propósito. No site da Qista você encontra uma cartilha de educação financeira que poderá te ajudar a iniciar essa caminhada de realização.

Economizar não precisa ser sinônimo de apertos ou sacrifícios. Trata-se de criar espaço no orçamento para o que realmente importa, aqueles momentos que aquecem o coração. Quando encarado com leveza e propósito, o planejamento financeiro vira combustível para escolhas mais conscientes.

A vida ganha equilíbrio quando planejar e economizar caminham ao lado do prazer, não como inimigos. Ao incorporar ferramentas práticas, definir objetivos claros e abrir espaço para o lazer consciente, você encontra um ritmo sustentável de viver bem, com menos desperdício e mais leveza.

Então, que tal começar hoje? Coloque no papel suas despesas, reveja os hábitos com carinho e descubra como economizar pode ser a melhor forma de cuidar do seu bem-estar.

Se precisar de crédito para dar o primeiro passo e renegociar uma dívida, sua conquista está em nosso site.

Leia também: Consumo consciente: como fazer escolhas financeiras alinhadas com seus valores

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Consumo consciente: como fazer escolhas financeiras alinhadas com seus valores https://www.souqista.com.br/consumo-consciente/ https://www.souqista.com.br/consumo-consciente/#respond Wed, 13 Aug 2025 13:59:19 +0000 https://www.souqista.com.br/?p=2246 Consumo consciente faz parte da sua realidade? Você já parou para pensar sobre o que motiva suas decisões de compra? Pense aí rapidamente, no que te leva a escolher um produto em vez de outro. Quando o assunto são as preocupações com o futuro do meio ambiente, o brasileiro está mais disposto a fazer escolhas...

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Consumo consciente faz parte da sua realidade? Você já parou para pensar sobre o que motiva suas decisões de compra? Pense aí rapidamente, no que te leva a escolher um produto em vez de outro.

Quando o assunto são as preocupações com o futuro do meio ambiente, o brasileiro está mais disposto a fazer escolhas mais conscientes, foi o que apontou a pesquisa Retratos da Sociedade: hábitos sustentáveis e consumo consciente, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que demonstrou que 74% dos ouvidos adotam hábitos sustentáveis, sendo que 30% dizem que sempre adotam esse hábito e 44% afirmam que às vezes o faz.

Mas, o conceito de consumo consciente não está apenas relacionado com compras que poluam menos, por exemplo, ele também tem a ver com a sua sustentabilidade financeira.

Acredito que em meio ao ritmo acelerado da vida, alguma vez você já comprou um produto no automático. Por influência de promoções, pressões sociais ou mesmo por impulso. Mas é possível mudar esse comportamento.

O consumo consciente propõe exatamente isso: um olhar mais atento e alinhado aos seus valores, que prioriza qualidade, propósito e sustentabilidade, inclusive do seu bolso.

O que é consumo consciente?

Consumo consciente não é sobre deixar de consumir. É sobre consumir de forma mais intencional, considerando o impacto das suas escolhas no meio ambiente, na sociedade e na sua saúde financeira. Isso vale tanto para compras do dia a dia quanto para decisões maiores, como contratar um serviço, investir em educação ou trocar de carro.

Adotar esse olhar é uma forma de empoderamento, afinal, você passa a ser protagonista das suas finanças, dos seus hábitos e do seu bem-estar.

Por que desenvolver uma relação mais saudável com o consumo?

  • Menos estresse financeiro: escolhas mais conscientes ajudam a evitar compras por impulso e dívidas desnecessárias.
  • Mais clareza sobre o que importa: você começa a consumir com base no que faz sentido pra sua vida, não na expectativa dos outros.
  • Impacto positivo: ao valorizar marcas éticas e produtos duráveis, você incentiva práticas mais justas e sustentáveis.

Como praticar o consumo consciente na vida real

Veja algumas atitudes práticas que podem te ajudar a cultivar uma nova relação com o consumo:

  1. Questione antes de comprar

Ao encontre algo que deseja adquirir, se questione: eu realmente preciso disso agora? Esse produto ou serviço está de acordo com o que eu valorizo?
Eu já pesquisei suficientemente para tomar essa decisão?

Esse momento de pausa ajuda a evitar compras por impulso.

  1. Revise seus hábitos financeiros

Ter clareza sobre a sua renda, quais são os seus gastos fixos e as metas traçadas é essencial para fazer escolhas conscientes. Uma planilha simples ou app de finanças já podem ajudar.

  1. Priorize qualidade e durabilidade

Prefira produtos que vão durar mais, mesmo que o investimento inicial seja maior. A longo prazo, isso representa economia e menos desperdício e lixo.

  1. Valorize marcas que compartilham seus valores

Prefira consumir de empresas que respeitam o meio ambiente, promovem diversidade ou têm boas práticas trabalhistas. Isso fortalece um ciclo positivo de consumo.

  1. Dê um novo significado ao “ter”

Mais do que acumular coisas, o consumo consciente nos convida a buscar experiências, bem-estar e propósito. Reflita sobre o que realmente te satisfaz.

Consumo consciente também é liberdade

Mudar o jeito de consumir não é sobre restrição. É sobre liberdade. Quando você se liberta do consumo por impulso ou da comparação constante, ganha mais leveza, clareza e controle sobre sua vida financeira.

O consumo consciente também ajuda na educação financeira, além de ser um caminho para escolhas melhores e alinhadas com a sua realidade. Afinal, cuidar do seu dinheiro é também cuidar de você.

Leia também: Saúde Financeira: um pilar da saúde mental

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Educação financeira na infância: ensinar desde cedo faz toda a diferença https://www.souqista.com.br/educacao-financeira-na-infancia/ https://www.souqista.com.br/educacao-financeira-na-infancia/#respond Wed, 23 Jul 2025 14:35:27 +0000 https://www.souqista.com.br/?p=2221 Educação financeira na infância faz parte da sua realidade? O tema era uma matéria presente na sua escola? Você se lembra de como aprendeu a lidar com dinheiro? Para muita gente, a resposta é: na marra. A verdade é que boa parte dos brasileiros cresceu sem aprender a poupar, planejar ou até mesmo entender como...

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Educação financeira na infância faz parte da sua realidade? O tema era uma matéria presente na sua escola? Você se lembra de como aprendeu a lidar com dinheiro? Para muita gente, a resposta é: na marra. A verdade é que boa parte dos brasileiros cresceu sem aprender a poupar, planejar ou até mesmo entender como funciona o básico da economia do dia a dia. Mas isso está começando a mudar, e por um caminho muito interessante: a partir das carteiras escolares.

Educação financeira na infância agora faz parte do currículo escolar

Nos últimos anos, o Brasil tem dado passos importantes para tornar a educação financeira um direito e não apenas um privilégio. Desde 2020, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) já prevê que o tema seja trabalhado nas escolas públicas e privadas do ensino fundamental e médio, de forma transversal, especialmente dentro de matemática e ciências humanas.

Além disso, projetos de lei mais recentes, como o Projeto de Lei 3851/2021 e o Projeto de Lei 3145/20, desejam reforçar a obrigatoriedade do ensino de educação financeira desde os primeiros anos escolares. O objetivo é formar cidadãos mais conscientes, preparados para lidar com seu próprio dinheiro e contribuir para uma sociedade mais equilibrada economicamente.

Empresas do setor financeiro e instituições do terceiro setor também estão desempenhando um papel essencial nesse avanço, oferecendo soluções acessíveis, lúdicas e inclusivas para crianças e jovens aprenderem sobre finanças.

Todos os anos, durante a Semana ENEF (semana nacional da educação financeira) governos e empresas se unem para proporcionar ações que levem formação e informação financeira para mais pessoas de forma acessível.

Afinal, o brasileiro é educado financeiramente?

Infelizmente, não muito. De acordo com a pesquisa PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), realizada pela OCDE, os estudantes brasileiros estão entre os que têm menor desempenho em educação financeira, comparados a outros países participantes.

Além disso, dados de uma pesquisa do IBOPE em 2020, apontou que apenas 21% dos brasileiros de classes A, B e C com acesso à internet tiveram educação financeira durante a infância.

Isso ajuda a explicar por que tantos adultos enfrentam dificuldades para sair das dívidas, construir uma reserva de emergência ou entender como funcionam investimentos básicos.

Por que ensinar finanças desde a infância?

Ensinar educação financeira para crianças não significa fazer com que elas se preocupem com boletos ou taxas de juros. Pelo contrário: é uma forma leve e eficaz de apresentar conceitos como valor do dinheiro, planejamento, consumo consciente e responsabilidade.

Com atividades lúdicas, mesadas educativas e até jogos digitais, é possível mostrar desde cedo que escolhas conscientes fazem toda a diferença no futuro.

Aliás, aqui na Qista, sempre falamos sobre o poder do conhecimento como ferramenta de transformação. E quando esse conhecimento começa cedo, ele tem ainda mais impacto. Afinal, aprender a cuidar do dinheiro é também aprender a cuidar da própria liberdade.

Como começar?

Se você é pai, mãe ou responsável, algumas atitudes simples são interessantes para inserir a educação financeira na rotina de forma lúdica:

  • Converse sobre dinheiro em casa, com naturalidade.
  • Dê uma mesada simbólica e ajude a criança a planejar como usá-la.
  • Use jogos e livros infantis com temáticas de finanças.
  • Estimule metas simples, como juntar para comprar algo desejado.
  • E, claro, seja um exemplo no seu próprio comportamento financeiro.

Com leis avançando, escolas se preparando e famílias mais atentas, a educação financeira para crianças tem tudo para deixar de ser uma exceção e se tornar a regra.

Quanto mais cedo a gente aprende sobre dinheiro, mais liberdade, autonomia e tranquilidade pode conquistar ao longo da vida.

 Leia também: Método 50-30-20: controle saídas e construa hábitos financeiros mais saudáveis

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Quem usa o crédito consignado no Brasil? Confira e veja se a modalidade é ideal para você https://www.souqista.com.br/quem-usa-o-credito-consignado-no-brasil/ https://www.souqista.com.br/quem-usa-o-credito-consignado-no-brasil/#respond Thu, 17 Jul 2025 17:21:56 +0000 https://www.souqista.com.br/?p=2205 Você usa o crédito consignado? O crédito consignado existe no Brasil desde 1960, inicialmente apenas para servidores públicos. Desde 2025 a modalidade se tornou acessível também para trabalhadores CLT de empresas privada e o sucesso foi imediato. Em abril de 2025, o volume de novas concessões de consignado privado chegou a R$ 5,6 bilhões, um crescimento de...

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Você usa o crédito consignado? O crédito consignado existe no Brasil desde 1960, inicialmente apenas para servidores públicos. Desde 2025 a modalidade se tornou acessível também para trabalhadores CLT de empresas privada e o sucesso foi imediato.

Em abril de 2025, o volume de novas concessões de consignado privado chegou a R$ 5,6 bilhões, um crescimento de 148,7% em relação a março, movimentados principalmente pelo novo programa Crédito do Trabalhador que facilita o acesso via CLT.

Uma pesquisa recente do Datafolha revelou um dado importante sobre o comportamento financeiro dos brasileiros: um em cada três trabalhadores ou aposentados usa o crédito consignado no país.

Mas afinal, quem são essas pessoas? Por que escolhem esse tipo de empréstimo? E o que esse cenário revela sobre a relação da população com o crédito?

Vamos falar mais adiante sobre o perfil de quem usa o crédito consignado, mostrar os principais motivos da escolha e explicar os cuidados que devem ser tomados ao contratar esse tipo de financiamento.

O que é o crédito consignado?

Antes de entender quem usa o crédito consignado, vale lembrar o que ele é.

Trata-se de uma modalidade de empréstimo com desconto direto na folha de pagamento ou no benefício do INSS. Isso reduz o risco de inadimplência e permite taxas de juros mais baixas em relação a outras linhas de crédito.

É por isso que o crédito consignado se tornou tão popular entre aposentados, pensionistas, servidores públicos e trabalhadores com carteira assinada.

Quem usa o crédito consignado no Brasil?

Segundo o levantamento do Datafolha, encomendado pela Febraban e divulgado em julho de 2025, 33% dos brasileiros empregados ou aposentados têm um empréstimo consignado ativo. O estudo mostra que esse público é diverso, mas alguns perfis se destacam:

  • Idade: a maior concentração está entre pessoas de 45 a 59 anos (42%) e acima de 60 anos (36%).
  • Classe social: o consignado é mais comum nas classes C e D, que enfrentam mais restrições de acesso a crédito com boas condições.
  • Renda: a maior parte dos tomadores tem renda de até 5 salários mínimos.
  • Motivação: os principais motivos para contratar o crédito consignado são o pagamento de dívidas (47%), despesas emergenciais (22%) e melhorias na casa (13%).

Esses dados ajudam a entender o comportamento de quem usa o crédito consignado como uma forma de reorganizar as finanças ou enfrentar imprevistos, principalmente em situações e que não conseguem acessar outras alternativas de crédito.

Por que a modalidade atrai tanta gente?

A principal vantagem está na taxa de juros, que costuma ser até 5 vezes menor que a do cheque especial ou do cartão de crédito rotativo, por exemplo. Além disso:

  • O crédito é liberado com mais facilidade, especialmente para quem tem vínculo empregatício ou benefício do INSS.
  • O pagamento é automático, o que reduz a chance de inadimplência.
  • O prazo de pagamento é maior, o que permite parcelas menores.

Essas características fazem com que o crédito consignado seja percebido como uma alternativa segura, principalmente por quem já tem o orçamento apertado.

Cuidados que quem usa o crédito consignado precisa ter

Apesar das vantagens, é importante destacar que quem usa o crédito consignado precisa estar atento a alguns riscos, como:

  • Comprometimento da renda: por ser descontado direto na fonte, o valor pode reduzir significativamente o orçamento mensal.
  • Oferta excessiva: aposentados e pensionistas frequentemente recebem ligações e mensagens oferecendo empréstimos, o que pode levar ao superendividamento.
  • Renegociações mal planejadas: refinanciar sem estratégia pode resultar em parcelas eternas e taxas cumulativas.

Por isso, educação financeira e planejamento são fundamentais para o uso consciente dessa linha de crédito.

O crédito consignado pode ser uma ferramenta financeira poderosa, mas, como toda ferramenta, precisa ser usada com responsabilidade.

Na Qista, acesso ao crédito e educação financeira caminham juntos. Por isso, seguimos criando soluções que facilitam o dia a dia de quem precisa de apoio para alcançar mais conquistas.

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Mudanças do FGTS em 2025. Como te afetam? https://www.souqista.com.br/mudancas-do-fgts-em-2025-como-te-afetam/ https://www.souqista.com.br/mudancas-do-fgts-em-2025-como-te-afetam/#respond Tue, 21 Jan 2025 14:52:26 +0000 https://www.souqista.com.br/?p=1966 Você sabia que vão acontecer mudanças no FGTS em 2025? Pois saiba que é importante estar por dentro, afinal as possíveis alterações irão impactar nas finanças de quem é trabalhador CLT. Neste texto, você vai saber um pouco mais sobre o que deve mudar e como isso vai afetar a sua vida.  O que é...

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Você sabia que vão acontecer mudanças no FGTS em 2025? Pois saiba que é importante estar por dentro, afinal as possíveis alterações irão impactar nas finanças de quem é trabalhador CLT.

Neste texto, você vai saber um pouco mais sobre o que deve mudar e como isso vai afetar a sua vida. 

O que é o FGTS

Talvez você até já tenha usado o seu FGTS, ou veja os depósitos realizados mensalmente em sua conta vinculada, mas vale a pena relembrar: o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço é um direito trabalhista criado para proteger financeiramente o trabalhador em casos de demissão sem justa causa.

O fundo também pode ser utilizado em casos de calamidade ou emergência, como doenças graves e desastres ambientais, e para investir em financiamento imobiliário.

O empregador é obrigado a depositar 8% do salário bruto do trabalhador CLT na conta do FGTS, sem que haja desconto no salário do profissional.

O que deve mudar no FGTS em 2025

  • Novas modalidades de saque
  • Mudança na correção do saldo
  • Fim do saque -aniversário

Novas modalidades de saque
Entre as coisas que devem mudar no FGTS em 2025 está em discussão outras possibilidades de saque do valor acumulado, atualmente liberado em casos de demissão sem justa causa, falecimento, aposentadoria e aquisição de imóvel, além das demais previstas em lei.

Uma novidade estudada é a solicitação de um crédito consignado que utilizará o FGTS como garantia. O valor pode ser utilizado para pagar mensalidades escolares e de cursos universitários, ou até mesmo investir em startups e demais empresas emergentes.

Mudança na correção do saldo
Atualmente, o valor do saldo do fundo de garantia é corrigido pela TR acrescida de 3% ao ano. 

A TR, é a Taxa Referencial, um indicador criado há mais de 20 anos e tem como base a média da taxa de juros das operações no país. 

Porém, a partir de 2025, para a correção dos valores depositados no FGTS, a TR será substituída pelo IPCA.

Você pode saber mais sobre as vantagens da mudança aqui.

Fim do saque-aniversário
O saque-aniversário é uma modalidade que permite ao trabalhador retirar todos os anos uma parte do seu FGTS.  Provavelmente, essa modalidade será extinta.

O que isso significa para você

O usuário do FGTS em 2025 poderá, por exemplo, ter mais opções de crédito com base no fundo.

Os rendimentos também devem passar a ser mais justos, pois a TR muitas vezes não acompanha a inflação, o que causa perda de poder aquisitivo. Com a correção feita pelo IPCA o poder de compra se torna mais protegido.

Aqueles que usam o saque aniversário como complementação de renda, precisam reprogramar suas finanças e buscar outras fontes de renda.

Conclusão

A reforma do FGTS em 2025 tem como objetivo tornar o direito mais moderno e vantajoso para os trabalhadores.

Entretanto, é importante lembrar que as mudanças ainda estão sendo analisadas e estudadas, ou seja, podem sofrer alterações.

Por isso, mantenha-se por dentro aqui no blog da Qista para organizar seu planejamento financeiro.

E lembre-se de que as opções de crédito ideais para as suas necessidades imediatas estão em nosso site.

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